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Os peixes das redes sociais

Eu me lembro da primeira vez que tive contato com computador. Demorava meio século para iniciar e ainda tinha que digitar a palavra "win" e dar enter para iniciar o Windows. O monitor não tinha cores, acesso a internet então? Nessa época ainda nem tinha ouvido falar nisso. A única coisa que eu fazia em frente ao fofo do computer era jogar paciência (em preto e branco... só ressaltando).

De repente: BUMMMMM!!!! Computador, internet, celular... Orkut, facebook, twitter, flickr, blogs, etc, etc. O sonho de ter a coleção da Barsa foi substituído pelo de ter acesso ao google. Descobriu-se o ctrl+c e ctrl+v e os trabalhos da escola ficaram facílimos. De repente não era preciso mais sair de casa para conversar com um amigo ou para ir aos Correios enviar uma carta a um ente querido que mora em outra cidade. Ficou mais fácil contato com alguém que mora no Japão do que saber o nome do vizinho. As coisas mudaram. Mudaram rápido e, com certeza, mudaram para melhor.

Eu pessoalmente acho um barato o contato que podemos ter com as pessoas através das redes sociais. Inclusive costumo dizer que é necessário que tenhamos além da vida física uma vida virtual. Através do facebook tenho contato com amigos de infância, pessoas que o tempo acabou afastando de mim. Mantenho contato com parentes e fico informada sobre como eles estão. De quebra fico sabendo das novidades na vida das amigas que quase não têm tempo para marcar um encontro pessoalmente. 

Mas essa é só a carinha bonita das redes sociais.

Impensavelmente as pessoas têm escrito e postados fotos que expõem severamente sua vida privada. Através da timelime do facebook você descobre coisas das quais sequer procurou saber. Fatos desinteressantes e extremamente particulares às vezes. 



Não estou aqui tentando dizer o que se deve e o que não se deve postar na internet, afinal não teria um pingo de graça se não existisse toda essa liberdade. A palavra chave aqui é sensatez!

Ninguém chega a um consultório médico e vai contando toda sua vida para outro paciente que está na sala de espera. Mas as pessoas adicionam aquela pessoa meio conhecida/desconhecida e lhe dá acesso a todas as suas informações pessoais, fatos e fotos desacanhadas, e fofocas particulares (não me peçam para explicar o sentido de "fofoca particular", ok?)

Uma informação colocada na internet fica eterna. Não é como uma frase que você fala, se arrepende, e não repete nunca mais. Ou um álbum de fotos que você carrega debaixo do braço para mostrar apenas a quem lhe convir. É eterno. Você pode colocar uma foto e retirar dentro de alguns minutos que alguém já pode a ter copiado e estar utilizando a dita cuja como papel de parede (aiii... medo só de imaginar malucos assim).

Faça um teste. Digite o seu nome (o que você utiliza nas redes) entre aspas no google. Analise os resultados e veja quantas informações sobre sua pessoa a internet tem posse. 

O bacana é que, como na vida física, pode-se mensurar o quanto de informação pode ser colocada aqui. Não fale pouco sobre você, permita que o mundo te conheça. Mas também não precisa falar tudo, né? 

Por Naiara

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Sex Appeal



Dias atrás conversava com uma de minhas melhores amigas sobre cinema, e comentamos como boa parte de nossos artistas favoritos, tanto homens quanto mulheres, apesar de não serem necessariamente belos, quase sempre faziam papeis de mocinhos e deixavam-nos suspirando. Porque eles tinham o charme sabe, aquele Q a mais, sex appeal.

Não sei como funciona para os homens, mas sei que vocês tem uma vantagem interessante sobre nós mulheres, algo que nós lhes damos de graça: para uma mulher se sentir interessada num homem, ele não precisa ser necessariamente bonito nos padrões convencionais. Não é porque queremos ficar com caras que consideramos feios (acho esse lance de “ele é feio, mas é bonzinho” coisa de piriguete, desculpa), mas porque analisamos outros quesitos importantes que fazem com que determinada pessoa nos pareça atraente, interessante, com uma possibilidade alta de passar algum tempo agradável conosco na cama.

Queremos estar cercadas de homens que consideramos intelectualmente estimulantes. Ele pode não ter os olhos claros, o corpo definido, a idade ideal, mas se tiver o olhar certo, o cheiro bom, uma conversa agradável, aquele jeito provocante... Pronto.

O homem que tem sex appeal consegue fazer uma mulher sentir-se desejada, e consequentemente, excitada. Ponto importante: ele não se acha o mais gostoso da parada, é apenas competente no quesito charme e sensualidade. O que não inclui aquela arrogância de: sou gato, chupa meu pau.

Na minha conversa citada no início, exemplificamos com alguns atores como Javier Bardem em “Vicky Cristina Barcelona”: o tipo de homem que não é bonito quando você vê passando na rua, mas entende de música, cultura, é inteligente e sabe deliciar uma mulher com comentários refinados e às vezes até bem diretos. Os ovários explodem e a gente fica pensando apenas em como vai ser quando ele começar a usar as mãos... Nhac!


Desconheço o fato de sex appeal ser ou não uma qualidade que possa ser aprendida. Mas caso seja, por favor, comecem a treiná-la todos vocês.


"See all these illusions just take us too long
And I want it bad...
Because you walk pretty,
Because you talk pretty,
'Cause you make me sick
And I'm not leavin', till you're leavin'
When I get you alone
When I get you you'll know baby"

Por Lety

Pessoal, e a promoção, hein? Vamos participar! 

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A minha velha (não tão velha) infância)

Longe de mim estar sendo saudosista, mas como é a semana do meu niver (aêêêêêêê!!!) permiti-me fazer um post extraordinário para um momento "recordar é viver".

Olá, meu nome é Naiara, nasci em 10 de junho do ano de 1986, e estarei completando 25 aninhos nessa sexta-feira. Legal, né? 25 é um número bem bacana... Se fosse casamento eu estaria completando bodas de prata, já posso dizer que se passaram 10 anos desde que debutei, e o mais legal: estou completando 1/4 de século.

Claro que há muito ainda para se viver, mas não significa que já não tenha vivido ótimos momentos, e que já não tenha uma boa bagagem de lembranças.

O objetivo deste post é publicar minha lista de presentes relembrar as coisas supimpas (forcei a amizade agora, né?) de quem viveu sua infância nos anos 80 e 90. Vamos nessa?

Da categoria DESENHOS ANIMADOS DA ÉPOCA QUE A TELEVISÃO ESQUENTAVA (e tinha que desligar pra não dar problema)


 


 Eu tinha uma merendeira da Moranguinho!!!  




_ Doug
_ Sou eu!
parum parum parumpaparum...

E a gente torcia pro Doug ficar com a Paty Maionese, amava seu cachorro (Costelinha) e se perguntava porque tinha personagens da cor verde (O Skitter mesmo era um deles, lembram?). A gente também chamava os amigos narigudos de Doug. Que feio gente!!!!


E quem é que não tem um pouco em si de "Fantástico mundo de Bob" que atire a primeira pedra. 

É só alguém falar algo bem estranho.... lá estou eu imaginando e viajando na cena... aiai 



 





Eu queria muito ver o rosto da babá nos Muppets Baby... 


Ela só mostrava as pernocas com uma meia estranha que ia até a canela. Muito bom!




















Da categoria: TELEVISÃO E CINEMA DE ARREBENTAR A BOCA DO BALÃO






 



Saudades das confusões da Blosson e da Six!!!

Curiosidade: A Blosson está fazendo o papel da Amy Farrah Fowler, a namorado do Sheldon em The Big Bang Theory. 


Reza a lenda que a Vovó Mafalda era o Bozo... Será?

E tinha a Maria Joaquina, e tinha o Cirilo, e tinha a Laura, e tinha a professora Helena... E tinha eu colada na TV para assistir Carrosel todos os dias! 




 









Não chorou no final de Meu Primeiro Amor????

Comassim???? Eu me derreti em lágrimas com a cena que ela manda colocarem os óculos nele (com ele deitado no caixão)... Snif... Lindinho!!!







Nunca mais eu vou dizer que essa vida me aborrece... Punk!

Eu assistia o seriado, o desenho e simplesmente AMAVA! Punk, a levada da Breca! Puro sucesso!!!





























Da categoria: APETRECHOS, BRINQUEDOS E CIA LTDA



 




Alô você jovem. Teve uma época em que celular não existia, e telefone público era algo extremamente essencial à comunicação das pessoas. Nada de cartão contando para você quanto tempo você ainda poderia papear... Eram essas fichinhas chiquetérrimas! 

Você que tem 25 anos já usou uma dessas, né? 




 O famoso fluf. Não tinha um objetivo específico de brincadeira não, mas que ele era divertido ele era!!!

 Os ioiôs!!!
Terminando este post vou ali correndo ver se encontro algum desses em alguma loja de brinquedos! Tão divertidos!!!
Eu tinha um falsificado da Coca-Cola. E só sabia jogar ele pra cima e pra baixo, nada daquelas piruetas ultra legais... merda!


Não tenho lembranças próprias do Mercúrio. Minha mãe achava coisa de pobre horroroso aqueles machucados vermelhos, então ela lascava o Merthiolate mesmo. Ai! Ardia muito!!!


Aposto que a mãe de todos aqui presentes dizia que tinha veneno nas garrafinhas pra gente não abrir e tomar, né? Eu acreditava... vai que era veneno mesmo...

Alguém aí já tomou pra ver o que tinha?



























Da categoria: COMIDAS TÍPICAS DA ÉPOCA

 Sombrinha de parafina chocolate.




Chocolate politicamente incorreto nos moldes atuais. 

Milkybar era chamado de Lollo.





Bem amigos, por hoje é isso! 

Dá uma sensação ótima relembrar essas pequenas coisinhas que foram tão presentes em minha infância. O segredo é o seguinte: vamos viver bem o agora, para quando fizermos 50 anos relembrarmos a juventude aos 25 com todo esse sabor maravilhoso, uma mistura doce de alegria, nostalgia e saudade!

Por Naiara

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