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No dia dos namorados damos uma ajudinha aos velas


Nem dar dicas sobre como arranjar namorado (ou como não espantá-lo) e nem sobre como presenteá-los nesse dia dos namorados. Hoje falaremos sobre um assunto que sempre fica nos cochichos dos velas: o que os casaizinhos fazem de mais irritante quando te chamam para sair com eles.

O amor é lindo, mas às vezes ele vem dentro de uma mala que o vela tem que carregar por uma noite inteira. Então? Que tal fazer o teste e ver em qual tipo de mala você e seu broto se encaixam? 



Mala com alças, rodinhas e peso leve
O casal o chama para sair com eles e rola um papo como 03 grandes amigos. Riem, contam piadas e praticamente nenhum assunto é proibido. O casal não se agarra como se fosse a primeira vez que estivessem juntos e esperam chegar em casa para comentar algo que o outro possa ter feito que desagradou. Ah... o sonho de qualquer vela! 





Mala com alças, com rodinhas e peso moderado
O vela sai com o casal, mas tem uma lista mental de assuntos que não podem ser falados a mesa. Aí esquece e menciona o carnaval de 2005 que o cara bebeu e pegou aquela mocréia, ou comenta da extinta mini-saia da mocinha que costumava fazer mais sucesso que o rei Roberto Carlos. Pronto. Um fecha a cara para o outro e o pobre do vela fica com cara de pilastra.




Mala sacola de viagem
O casal fica se beijando e fazendo aquele barulho de “shlep, shlep” e o vela não tem para onde olhar (afinal vai parecer que ele é um tarado se ficar encarando a bitoca dos dois). O moçoilo cochicha no ouvido na moça alguma sacanagem e só os dois riem. A presença do vela é a de figurante e o casal são os protagonistas da novela mexicana, bem, pelo menos é assim que ele se sente.





Mala sem alças, sem rodinhas e peso pesado
Ai! É aquele casal que até quando vão comentar alguma atividade cotidiana como ir ao banheiro, trocar uma lâmpada, começam a discutir na frente do vela. Não bastando toda a falta de jeito que a sensação possa lhe trazer, eles ainda querem a opinião dele para saber quem está certo. G-zuis! O vela se transforma no próprio EUA prestes a jogar a bomba nuclear em Hiroshima se concordar com um deles.



Tenho certeza que todos os leitores do blog são fofos e lindos e se encaixam na primeira categoria!
Feliz dia dos namorados, amigos!

Por Naiara

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Vida de merda


Eu passei por uma experiência desgastante no ano passado. Pra falar a verdade não sou daquelas que contam toda história da vida para um estranho quando estão na sala de espera do médico, falando a verdade mesmo nem suporto gente assim (tenho ouvidos cronicamente cansados de gente faladora). Mas tem coisa que vale a pena compartilhar. Essa história não é uma delas, mas como deu vontade vou contar pra vocês mesmo assim.

Bem, sem muitos detalhes, a história começa quando precisei tomar um remédio para diminuir a ansiedade. Tudo bem até aí, mas o maldito remédio, além de cumprir o papel de ajeitar minhas neuras, fez-me o favor de desacelerar meu metabolismo me garantindo um ganho de peso de 10 toneladas (leia-se quilos, gosto de exagerar nessa parte).

É amigos, já pensou como é isso? Um dia magra e no outro ano 10 arrobas espalhadas pelo corpo. Não fique aí julgando que eu engordei porque comi muito ou por preguiça de fazer exercícios. Pelo contrário, diminui comida, larguei o sedentarismo (que me acompanhou desde o nascimento) e me joguei na maromba: caminhadas, corridas, aulas de dança, mas continuei engordando. Larguei de lado meu preconceito e mergulhei na academia. E querem saber: continuava engordando.

Sim eu parei o remédio. Não, diferente de tudo que todos os médicos falam, eu não voltei ao peso anterior. 

Continuei exercícios, dieta e perdi míseros 2 quilos e meio. É, pra quem estava só em processo de expansão, não se pode reclamar. Mas estava determinada a enxugar a silhueta, foi então que decidi ir a um endocrinologista.

Juntei grana, paguei horrores em exames. A desconfiança era um desajuste na glândula tireóide. Nada. Tudo ok. Exames de sangue de dar inveja em qualquer um (tanto exercício tinha que me servir para alguma coisa). 

Em posse da papelada (exames) fui à tão esperada consulta. Me enchi de expectativas (pouco me fudendo pra vocês aí falando que a gente não deve esperar muito das coisas). Aquela consulta era a luzinha no fim do túnel, o oásis no deserto, era um médico falando o que eu poderia fazer além das dietas e dos exercícios para emagrecer e voltar ao peso lindo que eu tinha antes de tomar o maldito remédio.

Posso falar? Me lasquei! A consulta foi digna de um filme de comédia (de quinta categoria). 

O médico me pesou, mediu minha pressão, olhou meus olhinhos, apalpou minha pança. Perguntou o que eu comia.

_Evito frituras, açúcar. Eu gosto de verduras, legumes, procuro comer bem colorido (já ouvi que isso é indicado). E como de 03 em 03 horas pouca quantidade.

Aí eu notei que ele revirou os olhos. Isso! Revirou os olhos na minha cara‼! Bateu uma puta vontade de chorar, mas eu segurei e afirmei com veemência que não estava mentindo (já me senti ridícula nessa hora e pressenti que ia dar merda).

Contei que como um pedaciquinho de chocolate (meio amargo) depois do almoço (uma barra dura cerca de 15 dias pra mim). Ele quase teve um orgasmo de razão e me jogou na cara que deveria ser isso que estava atrapalhando as horas na academia e a dieta restritiva. É amigos, por causa de meia grama de chocolate que eu estava com toda dificuldade do mundo de emagrecer.

Como sou cliente sincera, contei que abusava no final de semana comendo pizza e tomando uma cervejinha com meu broto. Quantas garrafas? Umas duas ou três (tem dias que a gente tá mais feliz, né?). 

_Diminua isso! Evite pizza que levam calabresa e bacon! 
_Mas eu como mais a vegetariana. 

Mais olhos se revirando na minha frente (abusado!) e mais meus olhos se enchiam de lágrimas com a desconfiança do médico com minha dieta.

Merda. Essa consulta não acabava era nunca! Daí ele tinha uns 300 papeis impressos em cima da mesa com uma dieta maluca lá que ele retirou do site do adoçante Finn. Isso mesmo, olhando cuidadosamente a folhinha de papel lê-se quase apagadinho a marca do adoçante. Não bastasse ele ainda olhou para minha cara e deve ter me achado muito idiota (eu tenho cara de idiota, amigos?) e me pediu para ler a dieta, assim, como se ele quisesse atestar minha capacidade de compreensão de uma bosta de papel constando uma dieta.

Nessa hora eu realmente fiz cara de bunda. Li só para mim e fiquei me perguntado se era pra falar em voz alta (muito ridículo). Aí eu disse apenas um sonoro: “Humm… entendi a dieta” (ai Deus, acaba logo com essa tortura, quero ir pra casa). Não. Era pra ler em voz alta o que eu iria tomar no café da manhã.

_Desjejum: Pão francês, 01 unidade, ou qualquer alimento do quadro 01
_ Agora leia por favor o quadro 01 que está do outro lado da folha

(puta que pariu, devo ter cara de alga marinha)

_Quadro 01: pão integral, 02 fatias, pão de forma, 02 fatias, pão de merda (não falei isso, só pensei), pão disso, pão daquilo…

Acaba logo consulta.

Daí que ele achou que minha dieta era muito certinha e resolveu me perguntar o que eu beliscava.

_Eu não costumo beliscar. Como de 03 em 03 horas (já te falei isso filho da mãe).
_Mas o que você belisca, come de vez em quando?

Tô falando grego? Que porra é essa? (eu já xingava muito mentalmente nesse momento). Pra acabar logo aquela tortura psicológica que ele deve ter aprendido na ditadura militar eu concordei e inventei meus possíveis belisquetes.

_Ah! Eu como biscoito, bolacha e biscoito aí bolacha e tal.
_Então você vai evitar comer esse tipo de coisa fora de hora.

Oh! Gênio‼! 

E quando eu já preparava a bundinha para levantar da cadeira ele pegou o receituário e me prescreveu um remédio tarja preta. 

_Isso aqui vai tirar sua ansiedade e um pouco da fome. Vai te ajudar com sua COMPULSÃO por comida.

Filho da puta! Compulsão por comida??? 

E assim eu saí da sala, enquanto abria a porta ele ainda me falava sobre tomar refrigerante zero e outras coisas que fingi escutar e concordar. Com a graça de Deus meu broto me esperava para me dar uma carona de volta pra casa (e de quebra aquela força). Chorei litros! Solucei, perdi o fôlego. Mas como tudo tem sua graça e desgraça, hoje isso me faz rir.

A receita do remédio vou guardar como souvenir desse dia. Apesar de ele ser o graduado em medicina, segui meu instinto e achei que não precisava/preciso dele. A dieta também está aqui, intacta. Não a segui, por isso não posso falar se funciona ou não. Como estava estressada com a pressão de emagrecer parei com a dieta e diminui os exercícios. Adivinhem? Perdi peso.

Não estou levantando a bandeira contra os médicos, nem dando lição de moral e muito menos de vida. Só contando uma experiência que passei que tenho certeza não servirá pra nada em sua vida.

E esse foi o dia que entrei em uma consulta pedindo ajuda para perder alguns quilinhos e saí com o diagnóstico de compulsão alimentar. Se eu fosse o Galvão Bueno perguntaria: _Pode isso Arnaldo?


Beijos, amigos!

Por Naiara

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Globo de Ouro: ideias para você se inspirar!

Pode ser um casamento, formatura, aniversário... pode ser que estamos falando da noiva, da madrinha, da formanda, da aniversariante... pode ser até mesmo uma reles convidada! Aqui o que vale é olhar essas belezuras de vestidos criados pelos maiores nomes da moda e copiar o modelo ou se inspirar e criar um modelito único.

O bacana é comprar um tecido bonito e correr na costureira de confiança. Resultado: um vestido bonitão a um preço bem mais em conta. Juntamos os vestidos mais bonitos do Globo de Ouro que aconteceu no último domingo (dia 15/01), e colocamos aqui para você apreciar e dar seu pitaco.

Maquiagem leve e penteado delicado (também com esses olhos, neah?)


O tecido compensa o modelo simples. Muito lindo.

Coloquei essa foto só pra gente rir da pose idiota

De longe, eu e minha miopia, acharíamos que a moça estaria nua. Muito nude pra mim...

Você arriscaria o amarelo?




O diferencial foi o acessório







Pretinho básico (nada básico)



Os que não rolaram...

 Não entendi a desse vestido. A atriz Juliana Margulies é linda, tem rostão, tem corpão, mas o modelitcho não a valorizou em nada. Não sei se a culpa é do modelo, da cor, do modelo + cor... Mas não rolou pra mim.

Se alguém entender qual é a desse vestido me conta logo!
 Se você for uma baiana vendedora de acarajé em frente a igreja do Bonfim em Salvador, pode apostar que esse modelo vai ser o quente do verão. Caso contrário passe longe de todos esses babados em pleno tapete vermelho do globo de ouro.



Esse é muito fofo pra quem está pensando em um modelo original para comemorar o niver de 15 anos. Se bem que as últimas notícias que tenho recebido de aniversários de 15 anos são moças de sainhas bem curtinhas e bunda mais de fora que a da Carla Perez no auge do Tchan.

Quando eu achei que só o formato curto de bolo já era demais pra mim eu vi uma barrinha preta estranha vazando ali de baixo... não rolou!









Por Naiara

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Como ser 100% desagradável na academia

Maqueie-se

Não há nada há nada mais agonizante do que ver uma mulher maquiada na academia. Vale sombra, lápis, batom... E não se preocupe com o suor, o aspecto escorrido servirá para dar ainda mais aflição nos coleguinhas de malhação.

Use bastante perfume


Capriche no cheirinho. Se a academia não tiver uma boa corrente de ar pode ter certeza que o seu perfumitcho será o cheiro predominante no local. Use perfumes importados, que duram muito e têm um cheiro forte (nada de colônias). De preferência utilize aqueles com cheirinhos de frutas. Se quiser diminuir no desodorante ficará perfeito: cecê + cheiro de frutas é tudo de mais irritante na face da terra.



Pergunte a uma pessoa que está tentando emagrecer se ela tá cuidando da alimentação


Não existe coisa mais desagradável do que um estranho se preocupar com o que você está comendo. Somando a preocupação do estranho com a frustração de não estar conseguindo emagrecer o dia do pseudo gordinho ficará perfeito.

Comente dos seus músculos

Algo que ninguém no mundo quer saber é sobre seus músculos, sua porcentagem de gordura corporal e como você sobrevive diariamente comento alface e tomate em todas as refeições (café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar). Para ser um bom desagradável você deve demonstrar como você é magro e o restante do mundo é gordo "porque não se cuida".

Corra fazendo barulhinhos estranhos

Isso mesmo! Quando estiver dando aquela corrida na esteira puxe e solte o ar como se estivesse fazendo o maior esforço do mundo. Garanto que a pessoa ao seu lado ficará p. da vida na terceira bufada que você der.

Utilize o máximo de termos pejorativos em uma conversa

Banha, banhudo, gordinho, gordo, gordurona, celulitosa... Vale tudo em uma conversa de academia para ser total desagradável! Preocupe-se bastante com a malhação alheia, como se fosse sua. Afinal, um bom desagradável deve preocupar-se excessivamente com a vida dos outros.

Por Naiara

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Diga aê: Melissa após os 20 anos???

Certa vez sentada em um barzinho com algumas amigas começamos a discutir algumas coisas que mudam no seu vestuário quando você ultrapassa as duas primeiras dezenas na vida. 

Seria loucura dizer que após os 20 aninhos já nos tornamos velhas gagás e devemos usar conjuntinhos de algodão com botões encapados, mas certo é que já não nos sentimos mais confortáveis com shorts curtinhos, blusinhas que ficam acima do cós da calça, carteiras quase infantis... Crescemos fisicamente, psicologicamente e intelectualmente (UFA!)! 

Mas e a famosa marca de calçados de plástico Melissa? Ela pode estar inserida no guarda-roupa das mocinhas adultas ou é somente para adolescentes?

A Melissa foi lançada em 1979, mas somente em 1986 a Melissa começou a fazer as famosas Melissinhas, voltadas para o público infantil (isso mesmo, desde seu início a Melissa era voltada para o público adulto). E aquela que não teve sua primeira Melissinha que atire a primeira pedra! Eu tive a minha: fofinha e confortável! 


Fato é que a Melissa fez parte de nossas histórias e voltou a fazer parte em meados dos anos 2000, onde a marca cresceu e desenvolveu ainda mais espécies de calçados, para todos os tipos e gostos.


Atualmente a Melissa vem fazendo sucesso internacionalmente, em especial por parcerias feitas com estilistas famosos como Ronaldo Fraga, Gaetano Pesce, Jason Wu, Gareth Pugh, entre outros. Vem sendo também grandes pedidas de estilistas nacionais para desfiles de suas roupas (é só dar uma espiada nos "Fashion Week" que fácil fácil se acha uma Melissa nos pezinhos das modelos).

Eu, particularmente, AMO Melissa. Tenho chinelos, sapatos e sapatilhas da marca. Os acho confortáveis e bonitos, além de muitos fofos (coisa que realmente aprecio em vestimentas)! 

Junto com a modernidade da Melissa veio também o aumento do preço. Melissa já foi um pouco mais humilde, mas em comparação a outras marcas de calçados, como Arezzo (que apesar de ser couro machuca horrores meus pés) por exemplo, ela está mais perto do meu bolso.

Vale a pena investir, meninas. Nada de preconceitos nessa hora: Sandálias de plástico definitivamente não são só para crianças e adolescentes, elas também buscam seu espaço no guarda-roupa das grandinhas.

Por Naiara

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Os peixes das redes sociais

Eu me lembro da primeira vez que tive contato com computador. Demorava meio século para iniciar e ainda tinha que digitar a palavra "win" e dar enter para iniciar o Windows. O monitor não tinha cores, acesso a internet então? Nessa época ainda nem tinha ouvido falar nisso. A única coisa que eu fazia em frente ao fofo do computer era jogar paciência (em preto e branco... só ressaltando).

De repente: BUMMMMM!!!! Computador, internet, celular... Orkut, facebook, twitter, flickr, blogs, etc, etc. O sonho de ter a coleção da Barsa foi substituído pelo de ter acesso ao google. Descobriu-se o ctrl+c e ctrl+v e os trabalhos da escola ficaram facílimos. De repente não era preciso mais sair de casa para conversar com um amigo ou para ir aos Correios enviar uma carta a um ente querido que mora em outra cidade. Ficou mais fácil contato com alguém que mora no Japão do que saber o nome do vizinho. As coisas mudaram. Mudaram rápido e, com certeza, mudaram para melhor.

Eu pessoalmente acho um barato o contato que podemos ter com as pessoas através das redes sociais. Inclusive costumo dizer que é necessário que tenhamos além da vida física uma vida virtual. Através do facebook tenho contato com amigos de infância, pessoas que o tempo acabou afastando de mim. Mantenho contato com parentes e fico informada sobre como eles estão. De quebra fico sabendo das novidades na vida das amigas que quase não têm tempo para marcar um encontro pessoalmente. 

Mas essa é só a carinha bonita das redes sociais.

Impensavelmente as pessoas têm escrito e postados fotos que expõem severamente sua vida privada. Através da timelime do facebook você descobre coisas das quais sequer procurou saber. Fatos desinteressantes e extremamente particulares às vezes. 



Não estou aqui tentando dizer o que se deve e o que não se deve postar na internet, afinal não teria um pingo de graça se não existisse toda essa liberdade. A palavra chave aqui é sensatez!

Ninguém chega a um consultório médico e vai contando toda sua vida para outro paciente que está na sala de espera. Mas as pessoas adicionam aquela pessoa meio conhecida/desconhecida e lhe dá acesso a todas as suas informações pessoais, fatos e fotos desacanhadas, e fofocas particulares (não me peçam para explicar o sentido de "fofoca particular", ok?)

Uma informação colocada na internet fica eterna. Não é como uma frase que você fala, se arrepende, e não repete nunca mais. Ou um álbum de fotos que você carrega debaixo do braço para mostrar apenas a quem lhe convir. É eterno. Você pode colocar uma foto e retirar dentro de alguns minutos que alguém já pode a ter copiado e estar utilizando a dita cuja como papel de parede (aiii... medo só de imaginar malucos assim).

Faça um teste. Digite o seu nome (o que você utiliza nas redes) entre aspas no google. Analise os resultados e veja quantas informações sobre sua pessoa a internet tem posse. 

O bacana é que, como na vida física, pode-se mensurar o quanto de informação pode ser colocada aqui. Não fale pouco sobre você, permita que o mundo te conheça. Mas também não precisa falar tudo, né? 

Por Naiara

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A síndrome do dedo podre

Aquela que já não se envolveu com um idiota que atire a primeira pedra! Acredite: a grande maioria das mulheres  já se envolveu com um cara que, vamos combinar, o adjetivo BABACA é um elogio para ele. Não se culpe! Afinal a gente muitas vezes só conhece o cara depois de muitas horas de bate papo e relacionamento. 

Conhecer babacas e se relacionar com eles deve ser a exceção em sua vida, mas se for a regra aqui vão umas dicas básicas para você mudar a estratégia da conquista, e largar mão de utilizar o dedo podre na escolha do paquera:

1 - Saiu com o cara e ele não telefonou depois, não invente mil desculpas pelo gato: ele simplesmente não quer mais sair com você. Vocês saíram, se divertiram, rolou uma química e seu coração bateu mais forte? Acredite, se ele não ligou convidando para uma nova noitada é porque o dele não bateu. Nada de se martirizar, esqueça o dito cujo e esteja aberta a uma nova noitada de boas risadas com outro.

E se ele ligar depois de um século chamando para sair novamente, muito provavelmente ele acha que você está à disposição dele. Apenas aceite se isso for verdade, se não, recuse na cara dura!

2 - O medo de ficar só faz muitas gatinhas andarem por aí mal acompanhadas. Taí, um conselho que sempre dou para alguém que está em um péssimo relacionamento: antes só do que mal acompanhada! O cara vive saindo escondido e você só descobre depois por uma amiga, e fica morrendo de vergonha? Pé-na-bunda dele! Ou vai ficar fazendo ronda pela cidade para ver se acha o dito cujo em algum flagrante? A base de um relacionamento é a confiança, e se o macho em questão te deu motivos o bastante para você não confiar nele, para que viver nessa eterna guerra mental? 

Terminar um relacionamento nunca é fácil, mas ficar sozinha muitas vezes é uma ótima opção (vale aqui fazer a utilização do kit fossa). Antes só do que ao lado de pessoas que não te amam ou te valorizam. Afinal é estando sozinha que você dará oportunidade para um outro se aproximar.

3 - Nas primeiras saídas com o gato já soou um alarme interno "Corre que é cilada, Bino". Dê ouvidos a todos os alarmes internos! Mulheres têm um ótemo sexto sentido.

Muitas vezes nos deixamos levar pelo belo sorriso, os cabelos sedosos, a fala macia.... aiai... e queremos mentir para nós mesmas que o envolvimento com o carinha tem imensas chances de dar certo. Nananinanão! Nada de se enganar! Pode ser que o sexto sentido esteja errado, mas até saber disso é bom não se jogar de cabeça.

4 - Ficou com o cara e só depois descobriu que ele tinha namorada. Xiiii.... em raríssimas exceções: ele não vale um saco de pipoca, amiga! E caso ele venha com o papo de que o relacionamento não está bom, que ele está pensando em terminar, que as coisas não vão bem e etc etc, peça para voltar quando estiver livre e desimpedido. Afinal se ele está traindo a pessoa que está do lado dele a um tempo com uma estranha, imagine só o que ele não faria contigo.

Pior ainda se carregar uma grande aliança dourada no dedo anelar esquerdo. A não ser que você queira chegar ao cargo de concubina oficial, afaste-se quilômetros. Afinal de contas, você também não vai querer agir como uma piriguete (PELAMORDEDEUS).

5 - Se ele mente coisinhas pequenas... pode ter certeza que mente coisas grandes também. Bem normal a gente inventar uma mentirinha aqui, outra ali, e assim vamos vivendo. Mas daí a conviver com um mentiroso é totalmente diferente! E se você não sabe se é realmente verdade que ele ganhou o prêmio de bom aluno quando estava na quarta série, não vai saber também se no final de semana que você viajou para visitar sua avó ele ficou em casa e não foi a alguma boate. Não vale a pena!

6 - Não viva um relacionamento que só existe na sua cabeça. Pode parecer estranho quando falado assim, mas é uma situação muito recorrente. O cara fica com a menina de vez em quando, e ela já  o "namora" sozinha, coitada. Enquanto ela se priva de sair com amigos, ficar com outros caras bacanas (porque acha que está em um relacionamento seríssimo, ou porque não quer decepcionar o "namorado") o macho sai a caça por aí sem se preocupar com nada disso. Quer saber em que pé anda seu relacionamento? Pergunte! Sem soar como cobrança (afinal ninguém gosta de se sentir pressionado). Uma boa conversa pode resolver tudo.


7 - Acho que o que vale mesmo é você se valorizar, se amar, e descobrir que muitas vezes estar só é ótimo. A carência atrapalha, e nos faz envolver com babacas muitas vezes, mas isto não pode ser a regra de nossas vidas. Descubra o que você realmente quer de um companheiro e busque isso nos carinhas que você conhecer. 

E por falar em conhecer, saia de casa. Frequente lugares bacanas e saudáveis. Esteja aberta a conversas descompromissadas. Faça novos amigos, saia com os antigos. Cuide-se! Seja carinhosa consigo mesma, e isso se tornará mais um motivo para querer ficar o mais distante possível de babacas e idiotas e crápulas e panacas e etc!

Por Naiara

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Obrigada mãe...

Obrigada, mãe, pelas noites mal dormidas em dias que estava dodói. Por pegar o vick, esfregar em meu peitinho, colocar um paninho bem quente para acabar com aquela constipação que mal me deixava respirar. No outro dia você tinha que trabalhar bastante, né? Ainda não entendo de onde você tirava tanta força para parecer que a noite tinha sido perfeitamente bem dormida.


Obrigada, mãe, por me levar nos primeiros dias de aula para que eu não me sentisse insegura com a mudança de professores e de coleguinhas. Obrigada pelo lanche delicioso que levava na minha merendeira da Moranguinho. Obrigada por comprar aquela meia calça de coraçõezinhos que me deixava mais parecendo uma bonequinha, e tirava elogios de todos os professores.

Obrigada, mãe, pelas vezes que você fingia que eu te enganava. Aquelas mentirinhas tão mal contadas (“_eu não estava brincando com seu vaso favorito não... ele caiu no chão assim, do nada, juro!!!!”). Obrigada por ir às reuniões chatas de colégio, aquele mesmo colégio que me ensinava a fazer umas florzinhas de papel para te entregar nas ocasiões especiais, que, por sinal, ficavam horrorosas, mas você dizia serem lindas, e ainda por cima as guardava como recordação valorosa. Você hein, mãe...

Obrigada por nunca ter me deixado perceber os momentos de dificuldades financeiras. Por nunca ter me deixado faltar nada (sei que isso foi bem difícil em alguns momentos). Obrigada pelos valores ensinados, mãe. Hoje sou quem sou por causa dos puxões de orelha e dos castigos merecidos nos momentos de desobediência e malinagem.  

Obrigada por ter me ensinado sobre as coisas da vida, mesmo sabendo que eu só aprenderia quando as vivesse. Obrigada por estar ao meu lado nos meus momentos de decepção. Obrigada por se importar com meu choro, por querer que eu seja, em tempo integral, feliz!

Obrigada pelas vezes em que você jejuava comigo porque eu não podia comer antes de alguns exames, mesmo eu insistindo pra você se alimentar. Obrigada por sempre me informar que o remédio era amargo antes de eu toma-lo. Por tirar os bichos de pé que infestavam meus pezinhos descalços quando freqüentavam roças. 

Obrigada mãe, por até hoje, estando eu adulta, você ainda se preocupar se estou tomando meus remédios direitinho, por ainda tentar me alertar sobre os percalços da vida, por me mandar levar agasalho quando você considera o tempo frio.

Obrigada mãe por aquele abraço, aquele carinho feito em meu rosto, quando você estava no leito do hospital e, naquele momento, era você quem mais precisava de carinho. Que delícia seu carinho, mãe! Vou guardá-lo pra sempre comigo. 

Obrigada por colocar sua vida em segundo plano para que a minha fique sempre em primeiro. 


Feliz dia das Mães a todas as mães do planeta!

Por Naiara

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Crafts!

De uns tempos pra cá tenho me interessado muito por artesanato. Comecei aprendendo a tricotar, uma arte antiga e considerada de vovós que, no fim das contas, além de não ser nada senil, me diverte muito. Relaxo e ainda aproveito bastante a sensação gostosa de ter “fabricado” algo com minhas próprias mãos.

Já fiz bolsinhas pra minha sobrinha, um paninho de cozinha para minha avó, cachecóis (que nem devo usar muito porque moro em uma cidade que não tem inverno), broche de flor, um micro tapetinho e várias outras coisas. E tudo começou com um pensamento mais ou menos assim: “seria legal aprender algum trabalho manual”. Comprei duas agulhas, entrei no you tube e me joguei!

O tempo passa e, após várias pesquisas na internet de receitas de tricô, fui entrando em diversos sites que ensinavam mil e uma coisas para você mesmo fazer. Você pode até chamar isso de artesanato, não deixa de ser, mas o termo que vem sendo utilizado para denominar este movimento é “craft”.

Bem, pra começar, não pense você que o termo craft é empregado só porque termos em inglês são chiques benhê. Acho que é uma palavra que define bem o tipo de trabalho. É um artesanato moderno, que tem grande parte de sua fonte de consulta e transmissão de idéias na internet. Para entender melhor o que é craft entre nesse site aqui.

É a nova onda do “faça você mesmo”. É gostoso (quase uma terapia gente) e você acaba tendo peças individuais e únicas! Eu faço muita coisa por diversão, mas tem gente por aí ganhando dindin com seus crafts, bom né? 

Um dos sites que mais visito é o Super Zíper. Vale a pena dar uma conferida no que aquelas garotas aprontam por lá. Vocês vão encontrar milhares de idéias para sua casa, para presentear e, claro, para fazer para você mesma! Não tem idade pra isso meninas, de 10 a 100 anos pode se jogar nos crafts. 

E aí? Já estão ansiosas para fazerem alguma coisa com as próprias mãos??? Aqui abaixo vão algumas idéias bem fáceis para você fazer em sua casa e tomar um gostinho pela arte. Todas as idéias foram tiradas do site Super Zíper, ok? (direitos autorais anunciados!)




 Bonito este Colar estilo Lanvin, né? Ainda não arrisquei fazê-lo, mas é bem fácil. Tá querendo um adereço diferente (e no fim das contas barato) e bonito? Comece por aqui!


Essas flores de fita  tem diversas funções: customização de roupas, enfeite de um embrulho para presente, broche, etc. O que vale é usar a imaginação.



Tá a fim de aprender alguns pontos de tricô? Que tal começar por este daqui. É o chamado Ponto Trico, e com ele você já pode fazer várias receitas. Um bom começo, né?








Que tal fazer carimbos personalisados? Além de ser uma delícia de criar é um mimo na hora de colocar em pratica. 




Mega fácil fazer este colete sem costura. Nem precisa de levar muito "jeito" pra coisa. Corte aqui, corte ali e pronto! Uma peça nova em seu guarda-roupa que está super na moda.








Então? Gostaram da idéia dos trabalhos manuais? Vão arriscar um passeio no mundo dos crafts? Com o tempo você vai se pegar imaginando milhões de coisas que poderia fazer com um simples idéia que veio de algum site da net, depois vai começar a olhar todas as coisas ao seu redor (vai achá-las tão simples e sem graça) e vai querer dar um toque pessoal nelas, customizar será seu passatempo e pronto! Você acaba virando um craftermaníaco! 

Se joguem meninas!

Por Naiara

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Sapatos: 10 tendências para o inverno 2011 comentadas por quem não entende do assunto!

Como o próprio título diz este post será para mostrar as tendências de calçados para o outono/inverno de 2011, comentados por uma mortal nada especialista em moda: EU! Pessoa que adora um chinelo havaiana e que por conta de pisar torto (e ter dores na coluna) tornou-se bastante adepta dos calçados rasteiros. Mas como adoro dar meus pitacos e atender aos pedidos das leitoras que queriam um post sobre pisantes, aqui vão algumas dicas:

Oxford


Achei mega fofinho este
 Inspirado nos modelos de calçados masculinos esses sapatinhos, que podem ser encontrados na versão baixinha, com salto médio ou salto alto, são tendência forte do inverno 2011. Basta dar uma olhadinha nas vitrines de calçados que qualquer leigo no assunto perceberá que eles virão com tudo neste inverno!

Eu os acho bastante estilosos, e, pessoalmente, gosto de vestuários masculinos "adaptados" para o feminino. Aprovado por mim!



Estampas animais

 Rola sempre um grande preconceito com o vestuário em geral que imitam estampas de animais. Mas se utilizados de uma forma sensata pode até ser que o look dê certo. E utilizar de forma sensata leia-se: nada de excessos no restante das roupas. Acho que utilizando cores sóbrias ou básicas dá pra arriscar colocar uma oncinha no pé e ficar elegante.



Bota de montaria





Essas já estão fazendo sucesso desde o inverno passado. Ficam bonitas com calças, saias, shorts... Acho bem versáteis. Além do que o saltinho baixo agrada aquelas que, assim como eu, privam o conforto! Para as mais descoladas dá para usar uma bota estilo montaria em eventos diurnos, enfim... vale a pena lançar mão de uma graninha e adquirir uma dessas.









Pelo








 Pode até ser que alguém fique elegante usando um calçado com pelos. Mas acho que há uma linha tênue entre o elegante e o cafona nesses tipos de calçados. Além do mais aqui no Brasil não temos um INVERNO, INVERNO, INVERNO, mas um inverninho com alguns dias quentes inclusive. Sei não... mas não investiriam meu sagrado dinheirinho com um sapato tão peculiar. 

Esse é até mais discreto, né? 




  

Recortes








Esses sapatinhos com recortes... humm... sei não. Alguns até são bonitos, a depender do desenho do recorte deles. Aí é questão de gosto mesmo. Mas esses calçados têm a vantagem da leveza, e poderiam ser usados no verão sem neura alguma. Uma grande vantagem para aquelas que são pobres de marré deci e não podem comprar sapatos só para utilizar em uma específica estação do ano! Até que gostei da idéia.

















Fivelas









Como sou uma pessoa não adepta de exageros, e não tenho compromisso nenhum em falar corretamente da moda aqui, vou dizer que essas fivelas estragam qualquer calçado. Uma fivelinha aqui, outra ali, são bem bonitinhas. Mas o excesso deixa bem grosseiro o sapato. Claro que devem ter milhões de mulheres que têm estilo o bastante para arrebentar a boca do balão usando uma bota entupida de fivelas. Mas não usaria nada que marcasse tanto o visual.





Militar

A não ser que você vá servir o exercito, fique bem longe dessas botas estilo militar. Se alguém encontrar algum modelo bonito e utilizável me manda por e-mail depois, porque eu não encontrei nenhuma que fosse elegante... Mas como diz o poeta: Gosto, cada um tem o seu!




Cor
E quem disse que inverno tem que ser sinônimo de sobriedade? As cores vão invadir a estação! Acho que dá para fazer looks bem bacanas com sapatos coloridinhos. Fica ousado e sem exageros fica chique! Como eu sei (vivência própria) que a maioria das mortais sempre procuram calçados de tons básicos para adquirirem, afinal combinam com várias peças de roupas diferentes, acho que vale a pena dar uma analisada no guarda-roupa e comprar um sapato numa cor bacana que dê para diversificar o visual com algumas peças do vestuário.




Cowboy


De cano baixo ou alto as botas em estilo cowboy estarão com tudo! Acho estilosas e bonitas, mas não sei se eu adquiriria uma pela falta de versatilidade. Acho as de cano baixo mais fofinhas. Taí, quem sabe não vale a pena arriscar...



Sapatilhas

 Sou bastante suspeita para falar dessas belezinhas. Uso no inverno, verão, primavera e outono! São confortáveis e te deixam elegantes em qualquer ocasião. Ficam bonitas com vestidos, saias, calças, shorts... acho que se você vestir um saco de batatas e usar uma sapatilha vai ficar bonito também!



Taí as tendências para o inverno deste ano. Mas é sempre bom lembrar que o que vale mesmo é você calçar um sapato com qual se identifique, se sinta bela e poderosa! Há gosto para tudo e para todas. Estar na moda é legal, mas bom, bom, bom mesmo é sentir-se bem (e confortável).



Por Naiara

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